Terça-feira, 8 de Maio de 2012

Rosmaninho é ouro em Pequim

Não constitui novidade a excelência do nosso azeite, muito menos os prémios que consecutivamente vai amealhando nas grandes montras internacionais. Desta vez, o Rosmaninho, obteve a medalha de ouro na categoria "Light", ficando à frente de outras cinco marcas provenientes de Itália, Chile, Estados Unidos e Turquia que repartiram as medalhas de prata e de bronze.

Além do prémio, do prestígio, das oportunidades económicas que daqui poderão resultar, o azeite de Valpaços destaca-se uma vez mais no plano internacional, podendo com este galardão abrir a porta do mercado asiático à importação dos nossos produtos.

Parabéns à Cooperativa de Olivicultores de Valpaços, pelo excelente trabalho que têm vindo a realizar.

Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Hospital pode reabrir

As recentes declarações do Senhor Presidente da Câmara relativamente à reabertura do Hospital, são, apesar de prudentes, portadoras de uma nova esperança para a população do Concelho.

Em declarações à TV Regiões, o Presidente, refere ter participado com o Senhor Provedor da SCMV, numa reunião com o Secretario de Estado da Saúde, com o intuito de assegurar o necessário financiamento estatal ao funcionamento do Hospital.

Não existe nada de novo no facto de tanto a Autarquia como a Provedoria da SCMV continuarem a pugnar pela reabertura do Hospital, que tanta falta faz a Valpaços. Seria de estranhar o contrário, ou seja, que se baixassem os braços.

Também não existe nada de novo relativamente à postura do Estado, uma vez que não foi este Governo nem o anterior que encerraram o Hospital. Recordo uma vez mais, que o Estado renovou o Protocolo com a União das Misericórdias, três meses após o imprudente e insensato encerramento do nosso Hospital pela anterior gestão da SCMV, contemplando todos os Hospitais do Norte que anteriormente funcionavam nos moldes dos protocolos existentes, conforme se pode ler no Jornal Público de 29 de Março de 2011.

Há no entanto, dois dados novos a considerar:

As circunstâncias de hoje, não são as de ontem. Os factos passados aconselham prudência e bom senso. Bom senso foi o que a SCMV não teve em todo este processo. Prudência, acabou por faltar ao Presidente da Câmara que na esperança de resolver finalmente o assunto, acabou por não ver realizado aquilo que  ficou determinado, conforme se pode aferir da notícia publicada no JN de 23 de Fevereiro de 2011.

Deve também salientar-se que na SCMV está hoje um novo Provedor, cuja credibilidade e capacidade de gestão, não pode ser posta em causa, bem pelo contrário. Haverá portanto, muito mais bom senso, mas compreende-se a prudência do Presidente da Câmara, considerando todo o imbróglio desnecessariamente criado, cujo desfecho era adivinhado há muito tempo. 

Seja como for, esta notícia poderá efectivamente tornar-se uma realidade. Isso seria excelente, para a população, para os funcionários do Hospital, para a Provedoria da SCMV, para Valpaços, para todos nós.

Haja esperança!

Terça-feira, 3 de Abril de 2012

Capital do Folar








Volvida mais uma edição da Feira do Folar de Valpaços, é hora de fazer um balanço deste evento tão importante para o Concelho de Valpaços. Antes de qualquer balanço é justo felicitar o Município pela boa organização da Feira, louvar e reconhecer o envolvimento e trabalho de todos os colaboradores da autarquia, comerciantes, instituições, associações e demais Valpacenses envolvidos na organização. Vive-se um espírito positivo em torno da Feira do Folar que contagia todos os valpacenses, orgulhosos, por partilharem os seus produtos, usos, costumes e tradições, aquilo que de melhor temos e compõe a cultura do Concelho de Valpaços e das suas gentes.

A Feira do Folar ganhou dimensão e estatuto. É um evento reconhecido e consolidado no panorama das feiras e mostras de produtos regionais. Manter o nível qualitativo, deverá ser o objectivo central das próximas edições, tarefa mais complexa do que eventualmente se possa pensar.

Valpaços, Capital do Folar carece de uma política constante e consecutiva, planeada estrategicamente com o intuito de afirmar a marca “Folar de Valpaços”. Identidade, genuinidade e tradição, são alguns dos elementos que integram a cultura do Folar de Valpaços. O Folar tem uma história que é preciso contar, não apenas nos programas de televisão ou de rádio quando o evento acontece uma vez por ano. Uma brochura, um pequeno livro, talvez uma edição que conte a história do folar, dos tempos antigos aos actuais, seja uma iniciativa interessante e capaz de contribuir ainda mais para a sua projecção como produto de excelência.

Pela sua genuinidade e demais características o Folar tem um enorme potencial de afirmação no panorama gastronómico nacional. Veja-se o caso das alheiras de Mirandela. Souberam compor o embrulho, afirmaram e projectaram a marca ao longo dos tempos e agora sempre que se fala de alheiras em Portugal, fala-se de Mirandela. Também nós temos que evoluir e dar o salto nesse sentido, conjugando três vectores fundamentais: marca, identidade e estratégia.

A certificação do produto, segundo o Município na recta final, é um passo muito importante para a afirmação, comercialização e conquista de novos mercados. Há produtores que estão cada vez mais interessados no selo da certificação, uma garantia de qualidade e ao mesmo tempo uma valorização e confirmação da sua genuinidade.

Marca, identidade e estratégia. Uma boa política de marketing, essencial nos dias de hoje na projecção e afirmação de um produto. Espanha está aqui ao lado e é preciso aproveitar esse factor. A Feira do Folar pode e deve começar a ser divulgada na Galiza. Não vejo porque não se possa estabelecer uma parceria com a Comunidade Autonómica da Galiza no sentido de se promover a nossa Feira do Folar em terras Galegas e vice-versa.

Precisamos também de um portal na internet, que tenha também uma área dedicada ao Folar, divulgando os pontos de venda, a confecção e comercialização, a receita e a sua, as sucessivas edições da feira, porque tudo isto faz parte da estratégia de promoção e afirmação do produto.

Não pode contudo ser uma estratégia isolada, mas integrada na promoção turística do Concelho. Precisamos de um portal que divulgue e mostre o que de bom temos e acontece em Valpaços. A Feira de São Brás em São João de Corveira, a mais antiga Feira de fumeiro do país, a Feira da Castanha em Carrazedo de Montenegro, a Feira do Folar e as Festas da Cidade. Um portal que dê a conhecer o nosso património religioso, o património arqueológico, os moinhos e pontes romanas, o historial das nossas aldeias, enfim, a nossa história, cultura e tradições, envoltos em segredos ancestrais que se vão perdendo no tempo das gerações que partiram. Um portal que divulgue a rota da castanha, a rota do azeite, a rota das encostas do rabaçal, promovendo o enoturismo e divulgando as iniciativas particulares dos nossos produtores de vinho, azeite, castanha e outros produtos espalhados por todo o concelho.

Um portal que aposte também no ecoturismo e mostre a beleza e imensidão da serra da Santa Comba, da Padrela, de Santa Isabel, da Ribeira da Fraga, do Rabaçal e de tantas outras riquezas naturais que compõem o nosso Concelho.

Valpaços, Capital do Folar, tem que se alicerçar no que de bom foi construído até hoje e em função disso projectar novos horizontes e perspectivas, capazes de contribuírem para a afirmação do Concelho, das suas tradições, dos seus recursos e potencialidades, atraindo com isso mais investimento, mais turismo, potenciando ao mesmo tempo mais sinergias e desenvolvimento local.


Actualizado em 12/04/11

Domingo, 1 de Abril de 2012

Programa Terra-a-Terra


Mais uma Feira do Folar, mais uma edição do Programa Terra-a-Terra, que passou ontem na TSF em directo da Feira do Folar.

Vale a pena ouvir este programa, um retrato fiel dos nossos usos e costumes, dos segredos ancestrais que envolvem a confecção do Folar e de todas as riquezas que fazem da nossa terra quente e da nossa terra fria, um Concelho único, cheio de valor e de potencial.

Clique na imagem para ouvir o programa.


Quarta-feira, 28 de Março de 2012

Feira do Folar

O Programa da RTP1, Praça da Alegria, apresentado por Sónia Araújo e Jorge Gabriel, vai ter momentos transmitidos a partir de Valpaços, amanhã, quinta-feira, 29 de Março.

A partir das 11 horas, o repórter Hélder Reis fará alguns directos a partir do Jardim Público da cidade de Valpaços, a propósito da Feira do Folar, a realizar-se no pavilhão multiusos no próximo fim-de-semana, entre sexta-feira e domingo, dia 30 de Março a 1 de Abril.

O município convida a população a juntar-se ao programa de divulgação do maior evento cultural e gastronómico realizado no concelho e que tornou Valpaços na Capital do Folar.

Fonte: @tual - Diario do Alto Tâmega e Barroso



Segunda-feira, 26 de Março de 2012

Feira do Folar 2012

Para os Valpacenses da diáspora e todos os que queiram acompanhar a Feira e saber um pouco mais sobre a nossa história, cultura e tradições.

31 de Março, 9.10 - 11.00 Horas, Programa Terra-a-Terra da TSF, edição sobre a Feira
do Folar 2012

Semana a semana o microfone da TSF dá voz às gentes e aos sítios que visita. No Terra-a-Terra soltam-se os sons de conversas e reportagens que revelam as maravilhas da paisagem, o património e as histórias e personagens de todos os cantos do país.

Os saberes tradicionais, a gastronomia, o passado e a modernidade tem espaço garantido e em directo num programa de rádio que cruza as histórias do povo que somos.

Sábado, 31 de Março, das 09h10 até às 11h00, Programa sobre o Folar de Valpaços

Aqui poderá ouvir o Programa de 2011.



Sexta-feira, 16 de Março de 2012

EB 2,3 José dos Anjos, Vence IV edição do Concurso Cineastas Digitais


Reinos Paralelos, é este o título do filme feito por uma equipa de alunos da Escola EB 2,3 José dos Anjos, de Carrazedo de Montenegro, que venceu a IV edição do Concurso Cineastas Digitais, na categoria “Vídeo Narrativas”.

Este concurso de vídeo digital “tem como objectivos, não só promover a utilização das TIC em contexto escolar mas, também, desenvolver as capacidades de utilização das ferramentas de manipulação e tratamento de vídeo digital como instrumentos fundamentais para estimular a capacidade criativa dos alunos” e destina-se aos alunos do 3º Ciclo e Secundário das escolas públicas e privadas de todo o país.

É justo louvar e enaltecer este grupo de alunos, os seus professores e educadores, a comunidade escolar e a Freguesia de Carrazedo de Montenegro. O talento mora ao lado da nossa porta. Mas foi o esforço e o trabalho que a par do talento lhes permitiu alcançar este prémio.
Num pais que convive com profundas e inadmissíveis assimetrias económicas, sociais e culturais entre a faixa atlântica e o interior, este prémio tem um sabor ainda mais especial. Esta é a melhor prova do valor e do talento que existe no interior do país. As grandes oportunidades estão na sua maioria nas cidades do litoral. Há mais meios, mais apoios, mais facilidade, mais acessos e mais recursos. Não há mais talento, nem há mais capacidade de trabalho.
Miguel Torga, foi a inspiração destes jovens.
Este poema fala do esforço e do trabalho. Fala dos transmontanos e da honra dos que cumprem o seu dever, com o fruto do seu trabalho.
“Os que ficam, cavam a vida inteira.
E, quando se cansam, deitam-se no caixão
com a serenidade de quem chega honradamente
ao fim dum longo e trabalhoso dia.

O nome de Transmontano
que quer dizer filho de Trás-os-Montes
pois assim se chamava o Reino Maravilhoso”
Dados dos Cineastas
Título:: Reinos Paralelos
Nome da Equipa: GestAlt
Membros da Equipa: João Salvador, Hélder Esteves, Tânya Paulo, Vanda Rocha
Professor responsável: João Salvador Dias Pinto Coelho
Escola: ES 2º e 3ºCEB José dos Anjos
Localidade: Carrazedo Montenegro
Concelho: Valpaços
Distrito: Vila Real

Sábado, 10 de Março de 2012

Feira do Folar

http://feiradofolar.valpacos.pt/index.php/Feira/XII-Feira-do-Folar-Cartaz.html

No Blogue oficial da Feira do Folar, a pouco mais de 15 dias da realização do evento, ainda está o cartaz do ano passado.

Abrindo o Blogue, no cabeçalho está a data da Feira do ano passado, 15, 16 e 17 de Abril.

Onde ficar e onde comer, está desactualizado e pouco apelativo.

Nos contactos não existem números de telemóveis, endereços de redes sociais, etc.

Assim se promove o evento mais nobre de Valpaços.

Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012

Reabre dia 5 de Março!

A Piscina Municipal vai finalmente reabrir, no próximo dia 5 de Março. Encontrava-se fechada por tempo indeterminado sem que ninguém tenha percebido ao certo quais as razões que motivaram essa decisão.

Certo é que o desporto escolar foi amplamente prejudicado. O ano lectivo encontra-se a meio e os jovens Valpacenses viram-se privados de frequentar este equipamento público. De resto, não será fácil fazer regressar os munícipes, jovens ou menos jovens, que entretanto começaram a frequentar as piscinas dos vizinhos concelhos, nomeadamente Mirandela.

Parece que com esta medida a autarquia poupou umas milenas de euros. Poderiam ter gerado poupança, mas os Valpacenses ficaram a perder. Não é agradável pagar impostos municipais e nacionais para ter que levar um filho a outro Concelho frequentar a piscina municipal.

Perdem também os que criticam a falta de políticas públicas que promovam crescimento e coesão territorial no interior. Quando somos nós a encerrar aquilo que deveríamos promover e estimular, afastando com isso os munícipes da nossa terra, não podemos criticar as machadadas que nos vão dando nos gabinetes do Terreiro do Paço.

Este complexo de piscinas têm uma história muito infeliz. São um exemplo gritante de falta de planeamento. Mau planeamento que trás consequências problemáticas a vários níveis. Foram consideradas as medidas que a Federação Internacional de Natação determina para uma piscina semi-olímpica? Hoje já ninguém se lembra disso mas na altura da sua concepção foram vários os alertas para o problema que isso constitui, desde logo, não poder receber qualquer prova ou competição.

As deficiências técnicas originam nos tempos que correm elevados gastos de manutenção. Por outro lado, trata-se de um equipamento público que necessitava de uma gestão mais profissional, ou seja, com pelo menos um Professor de Educação física a tempo inteiro, com programação adequada para várias idades, capaz de atrair e estimular os Valpacenses à prática da natação e fazendo da piscina um espaço de lazer e de bem-estar.

Infelizmente assim não tem acontecido e por isso mesmo, os Valpacenses perderam o hábito de frequentar as piscinas. Mas o desporto escolar precisa deste equipamento e privar os alunos de desporto das nossas escolas da prática da natação é um erro crasso que eu espero não se venha a repetir no próximo ano lectivo.


Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Domingo, 1 de Janeiro de 2012

Annus horribilis

O ano que agora finda foi sem dúvida um ano de má memória para os Valpacenses. O encerramento do Hospital de Nossa Senhora da Saúde, edifício construído com a esmola e o suor do povo, na primeira metade do século passado e posteriormente entregue à Santa Casa da Misericórdia de Valpaços para que o Estado dele não se apoderasse, constitui-se como a maior chaga social de que há memória no Concelho de Valpaços.

As consequências sociais e económicas deste trágico acontecimento estão à vista de todos. Os Valpacenses estão sem Hospital, a economia local debilitou-se ainda mais e 40 famílias foram atiradas para o desemprego.

Será unânime reconhecer que todo este processo foi mal conduzido e orientado. Muitos já terão entendido, que as coisas acabaram por correr muito mal e poderiam ter tido outro desfecho. Houve uma enorme precipitação, leviandade de procedimentos e de comportamentos. Estava em causa um bem com utilidade pública e não um negócio qualquer.

De consciência tranquila estarão os que de boa fé e coração aberto procuraram sanear o conflito e evitar uma tragédia há muito anunciada em que pelos vistos só não acreditava quem têm gerido a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços.

O desfecho final, está portanto à vista. Se o problema estava na Empresa que o geria, esta acabou por sair, mas o Hospital acabou também por encerrar, por manifesta incapacidade e incompetência de quem no dia 6 de Janeiro, mediante via judicial, solicitou a sua posse e não conseguiu assegurar a gestão da unidade que se encontrava a funcionar normalmente. Fechou portas nas mãos de quem se predispunha a praticar preços sociais e prometia mundos e fundos, alimentando sucessivas inverdades ao longo de todo este processo, chegando mesmo a desrespeitar o poder político local.

O caro leitor, volte a ler esta notícia, publicada no JN, em Fevereiro do ano passado. (clique aqui).

De todos os Hospitais que funcionavam em iguais circunstâncias, o  Hospital de Valpaços foi o único que encerrou portas, conforme podemos observar na imprensa nacional. (clique aqui). O Estado renovou todos os protocolos com as várias Misericórdias do país em igual situação, menos com a Misericórdia de Valpaços, que nem capacidade teve para executar as obras necessárias para que tal sucedesse, conforme também noticiado na imprensa nacional. (Clique aqui).

A forma como lidaram com os trabalhadores é também algo verdadeiramente inacreditável, tendo em conta que estamos a falar de uma instituição que se deve reger por valores cristãos. Inicialmente solicitaram-nos por via judicial a 6 de Janeiro para continaurem a prestar serviços, considerando o normal funcionamento do Hospital. Pouco tempo depois, apenas desejam alguns e mais tarde, quando verficam que não têm capacidade para gerir o que estava a funcionar, descartam-nos por completo. Julgo que não será necessário recordar as sucessivas declarações publicadas na imprensa local e regional, sobre este assunto.

Apregoam a moral cristã e os valores éticos mais nobres que o homem pode ostentar, mas não se coíbem de contestar o que os Tribunais já por três (3) vezes decidiram favoravelmente, no que concerne aos Trabalhadores do Hospital.

Concluindo, não há crise onde não se encontre algo de bom. O Provedor está de malas feitas. É vítima dos seus próprios erros e por isso mesmo é dos poucos onde desaguou quase toda a responsabilidade por este desfecho. Por lá ficam quase todos os seus conselheiros, esses bons e misericordiosos homens, mesmo aqueles que nem necessitavam de um lugarzito insignificante, porque até têm agricultura e por lá se sentem muito bem.

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Será este o portal que Valpaços precisa?

“Valpaços precisa de um portal onde se possa visualizar e conhecer o nosso património religioso, o projecto Via Augustas, o património arqueológico, os moinhos e pontes romanas, o historial das nossas aldeias, enfim, a nossa história, cultura e saber, assentes em segredos ancestrais que se vão perdendo no tempo das gerações que partiram. Aproveitemos o legado que o Professor Adérito Freitas nos deixa.

Mas importa também que este portal divulgue e ajude a promover a aposta que a iniciativa privada tem efectuado no desenvolvimento do turismo rural no Concelho. Que sejam divulgadas essas casas de turismo rural, os restaurantes e outras infra-estruturas, como o parque de campismo.

Um portal que divulgue a rota da castanha, a rota do azeite, a rota das encostas do rabaçal, promovendo o enoturismo e divulgando as iniciativas particulares dos nossos produtores espalhados por todo o concelho.

Um portal que aposte no ecoturismo e mostre a beleza e imensidão da serra da Santa Comba, da Padrela, de Santa Isabel, da Ribeira da Fraga, do Rabaçal e de tantas outras riquezas naturais que compõem o nosso Concelho."